Fátima Irene

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Diário
26/01/2010 10h34
A Crônica (que deu origem ao título)


Crys Juan (www.artpoema.com) formata com graça e maestria
a crônica que deu origem ao título do nosso recente lançamento.
 

Publicado por Fátima Irene Pinto em 26/01/2010 às 10h34
 
08/01/2010 12h18
IMPRENSA
Em Dezembro de 2009, em virtude do lançamento de nosso 5º livro, tivemos várias matérias editadas em jornais locais e regionais, além de rádios AM/FM.
Nossos agradecimentos aos amigos da Imprensa pela ampla divulgação, não apenas do livro mas de vários textos de nossa autoria.
"O Gol Nosso de Cada Dia" tem sido bastante procurado e recomendado.
Deixamos nossos sinceros agradecimentos também aos leitores(as).
FIP

Publicado por Fátima Irene Pinto em 08/01/2010 às 12h18
 
19/12/2009 00h38
PRESENTE DA CRYZ DESIGNER

Publicado por Fátima Irene Pinto em 19/12/2009 às 00h38
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original.
 
02/12/2009 22h40
O INTERMEDIÁRIO - Fátima Irene Pinto
Nada mais caótico e mais sofrido do que o intermediário.

O que já não é mais UM, mas ainda não chegou a Dois.

O Um é inteiro. Sabe a que veio. Há nele coesão e ausência de conflitos.

O Meio já não é mais Um, nem chegou a Dois. É a nota dissonante, é o meio tom.

Já não lhe é possível viver entre os Uns porque diferenciou-se deles.

Ainda não é possível viver na tribo Dois porque está a caminho.

Evoluir (seja em qualquer segmento da vida) desloca o ser da condição Um, rumo à condição Dois.

Mas no trajeto ele perde a sua força, perde a sua identidade, fica cinza.

Coloco isto em números porque foi a comparação que me veio à mente mas poderia citar

muitas outras. Ninguém sai do preto para o branco sem passar pelo cinza.

Ninguem sai de uma temperatura fria para uma quente sem passar pela morna.

Ninguém experimenta sinais de uma inteligência que se dilata sem experimentar concomitantemente uma imensa solidão.

Ninguém ruma para a virtude (real e sem hipocrisia) sem experimentar o impacto da profunda incompreensão humana.

O intermediário incomoda sem querer incomodar.

Passa pela vida quase sempre dolorido e desengajado nos seus vastíssimos horizontes.

Ele sabe mais, ele percebe mais, ele vê mais e sabe que está só.

Nesta ala estão os místicos, os poetas, os visionários, os cientistas, os geniais, os homens do amanhã que provavelmente comporão uma nova raça, um novo porvir.

Já não é possível para ele comportar-se como a maioria, e seus relacionamentos são quase sempre de extremo cansaço, na tentativa vã de que entendam seus pensamentos, sentimentos, necessidades, ideais,  sempre situados num patamar que a média ainda não pode enxergar ou sequer cogitar.

Mas esta é a senda da evolução humana: conhecer a posição intermediária entre dois pontos, conhecer a nota dissonante, o cinza, a incompletude, a deslocação, até atingir o outro ponto e tornar-se inteiro junto com outros organismos inteiros (uma ou várias oitavas além), para glória e triunfo da vida e da civilização.

 

Desc.

Dez/2009

Dedicado a FB

 

 

 

Publicado por Fátima Irene Pinto em 02/12/2009 às 22h40
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05/11/2009 10h22
REFLEXÃO - FB
Que não se te queixe a alma.
Morde a vida com os dentes da esperança.
Que se não te escape enquanto ainda respiras,
Enquanto ainda andas, enquanto ainda vês.
Abraça-te, e faz contigo uma festa!
Lança o teu maior sorriso ao infortúnio.
Beija cada lágrima, festeja o calor do sol,
o cheiro a maresia, o amor que ainda trazes no coração.
Não tenhas medo do amanhã; a paz estará contigo
no fim da caminhada!

FB

Publicado por Fátima Irene Pinto em 05/11/2009 às 10h22
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